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Angel Di Maria Encerra Carreira na Seleção da Argentina como Campeão e Melhor Jogador da Final

Angel Di Maria Encerra Carreira na Seleção da Argentina como Campeão e Melhor Jogador da Final
15 julho 2024 14 Comentários Gustavo Campos

Angel Di Maria: O Despedir de um Mito do Futebol Argentino

Angel Di Maria anunciou oficialmente a sua aposentadoria da seleção argentina com chave de ouro, após ajudar seu país a conquistar a Copa América 2024 em um jogo eletrizante contra a Colômbia. A partida foi decidida por um placar de 1-0 na prorrogação, e Di Maria, embora não tenha marcado, foi eleito o melhor jogador da grande final.

A partida havia começado de forma equilibrada, mas um acontecimento alterou completamente seu rumo: Lionel Messi se lesionou aos 20 minutos do segundo tempo, e a responsabilidade recaiu sobre os ombros de Di Maria. O veterano jogador, conhecido por sua habilidade, intensidade e determinação, não decepcionou. Ele se manteve em campo por impressionantes 116 minutos, assumindo um papel de liderança que ajudou a Argentina a manter a calma e a organização em um momento de alta pressão.

Di Maria encerra sua carreira na seleção com um currículo invejável. Desde a vitória no Mundial Sub-20 da FIFA em 2007 até a taça da Copa do Mundo da FIFA em 2022, ele colecionou todas as glórias internacionais possíveis. Além dessas conquistas, ele também brilhou nos Jogos Olímpicos de 2008, na Copa América de 2021, e na Finalíssima de 2022.

Ao todo, Angel Di Maria vestiu a camisa albiceleste em 145 ocasiões, marcando 31 gols e contribuindo com 30 assistências. Números que, por si só, já colocam o seu nome entre os grandes do futebol argentino. No entanto, mais do que as estatísticas, foi a sua entrega e o seu espírito de luta que cativaram os torcedores e inspiraram seus colegas de equipe.

Agradecimentos e Reflexões

Agradecimentos e Reflexões

Em um depoimento emocionado, Di Maria expressou profunda gratidão aos seus colegas de geração, destacando que nada do que conquistou teria sido possível sem o apoio e o esforço coletivo. Ele também fez questão de lembrar dos momentos difíceis, como as dolorosas derrotas na Copa América de 2011 e na Copa do Mundo de 2014, que serviram como experiências de aprendizagem e motivação para alcançar o sucesso futuro.

Di Maria enfatizou que apesar dos obstáculos, a alegria de alcançar seu sonho de infância, especificamente o de conquistar a Copa América, e de se retirar como campeão foi um sentimento indescritível. Para muitos, seu destino parecia já escrito, mas ele nunca parou de lutar por um final perfeito, e conseguiu exatamente isso.

O Legado de Di Maria

O Legado de Di Maria

Com sua aposentadoria, Angel Di Maria deixa um vazio no time da Argentina, mas também um legado que será lembrado por muitos anos. Sua trajetória é um exemplo de paixão pelo esporte e dedicação ao país. Ao longo de sua carreira, ele mostrou não apenas habilidade técnica, mas também uma tremenda capacidade de resiliência. Os jovens jogadores que estão chegando têm no ex-camisa 11 uma referência de como se portar em momentos cruciais e de como é possível superar adversidades para alcançar a glória.

Ele sempre será lembrado pela sua capacidade de decidir jogos importantes e pela sua presença constante em momentos onde a seleção mais precisou de liderança e experiência. Di Maria foi muito mais que um jogador técnico; ele foi um símbolo de perseverança e amor pela camisa argentina.

Perspectivas Futuras

Perspectivas Futuras

A decisão de pendurar as chuteiras na seleção não significa, necessariamente, um distanciamento do esporte. Há especulações sobre a possibilidade de Di Maria continuar ligado ao futebol, seja em funções administrativas dentro da Associação de Futebol Argentino (AFA) ou mesmo em funções técnicas, possibilitando que ele passe seu conhecimento e experiência para novas gerações.

Independentemente do caminho que escolher seguir, é certo que Angel Di Maria continuará a ser uma figura influente no futebol. Sua história de vida, marcada por humildade e superação, o coloca como um exemplo a ser seguido, não apenas por atletas, mas por qualquer pessoa que sonha alto e está disposta a trabalhar arduamente para alcançar seus objetivos.

O futebol argentino se despede de um de seus maiores ícones, mas certamente esta não será a última vez que ouviremos falar de Angel Di Maria. Sua lenda continuará a inspirar futuras gerações, e sua memória permanecerá viva nos corações de todos os que tiveram o privilégio de vê-lo jogar. O mito de Di Maria apenas começou.

14 Comentários

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    Mayla Dabus

    julho 17, 2024 AT 10:25
    Di Maria foi tipo o cara que a gente sabia que ia dar tudo de si, mesmo quando o corpo já pedía descanso
    Ele não era o mais rápido, nem o mais técnico, mas tinha alma. E isso conta mais que qualquer estatística.
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    vinicius cechinel

    julho 19, 2024 AT 07:17
    Parece que todo mundo virou poeta agora que ele se aposentou. O cara foi bom, mas não é o Messi, não é o Maradona, não é o gênio absoluto. Ele foi útil, sim. Mas não precisa exagerar na pompa, gente.
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    Leandro Monjardim

    julho 19, 2024 AT 13:38
    O que Di Maria fez foi transcendente. Ele não só jogou, ele segurou a seleção inteira quando o Messi caiu. É como se o time tivesse perdido o centro de gravidade e ele virasse o novo núcleo. Isso é liderança de verdade, não só de camisa 10.
    Ele foi o alicerce que permitiu o resto funcionar. E isso é raro.
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    gabriel magnesio

    julho 20, 2024 AT 01:01
    MEU DEUS QUE HISTÓRIA LINDA 😭❤️🔥
    116 MINUTOS DE CORAÇÃO, SEM MESSI, SEM DESISTIR, SÓ PURA DETERMINAÇÃO
    DI MARIA É O TIPO DE CARA QUE FAZ A GENTE ACREDITAR QUE SONHOS SÃO POSSÍVEIS SE VOCÊ NÃO PARAR DE LUTAR
    SE ELE NÃO FOSSE TÃO BOM, NÃO TERIA TANTO GENTE CHORANDO AGORA
    MEU CORAÇÃO É DELE, NÃO É DO MESSI, NÃO É DO LIONEL, É DO DI MARIA QUE NÃO SE RENDIU NUNCA 😭⚽️
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    Andressa Ferreira

    julho 20, 2024 AT 19:00
    A aposentadoria de Angel Di Maria representa, sem sombra de dúvida, o encerramento de uma era histórica no futebol argentino. Sua dedicação, disciplina e profissionalismo constituem um paradigma de conduta esportiva que transcende o mero desempenho técnico.
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    wellington pereira

    julho 20, 2024 AT 19:01
    Sabe qual é o problema? Todo mundo esquece que ele foi o cara que perdeu pênalti na final de 2015. Mas agora tá tudo perfeito? Claro que sim. A memória é curta quando o herói vira lenda.
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    joao felipe oliveira

    julho 22, 2024 AT 14:17
    Vocês estão todos pirando por causa de um jogador que não marcou na final? Ele não foi o MVP, o Messi estava lá, o Álvarez estava lá, ele só correu e se jogou. Isso não é herói, é trabalho. Não me venham com essa história de legado, ele foi um jogador bom, não um deus.
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    Juliana Andrade

    julho 23, 2024 AT 19:50
    Eu acho que o Di Maria é o tipo de jogador que a gente só percebe direito depois que ele sai
    Ele não fazia show, não fazia drible de 5, não virava viral no TikTok... mas quando o time precisava, ele aparecia
    Ele era o tipo de cara que você não notava no início do jogo, mas no final, você olhava e pensava: 'nossa, ele fez tudo isso?'
    É assim que os verdadeiros heróis funcionam, sem buzina, sem aplausos, só presença
    Eu acho que ele é o exemplo perfeito de como o futebol pode ser bonito sem precisar ser espetacular
    Se ele tivesse jogado em outro país, talvez ninguém tivesse notado... mas na Argentina, ele era o coração que batia mesmo quando o corpo já estava cansado
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    Paulo Ricardo

    julho 23, 2024 AT 20:05
    A trajetória de Di Maria reflete uma evolução do futebol moderno, onde a resistência física e a inteligência tática superam a mera habilidade técnica. Sua capacidade de manter a consistência em níveis elevados por mais de uma década, em competições de alta pressão, demonstra uma disciplina rara no esporte contemporâneo.
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    eduardo sena

    julho 24, 2024 AT 22:01
    O cara foi o primeiro a correr atrás do adversário quando o time tava perdendo, e o último a abraçar o colega depois da vitória.
    Não tem estatística que mostre isso, mas todo mundo que viu sabe.
    Se você quer ensinar pra criança o que é lealdade, mostra o Di Maria jogando.
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    fabricio caceres

    julho 25, 2024 AT 06:50
    Ele foi o cara que nunca se achou melhor que ninguém
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    João Marcos Rosa

    julho 26, 2024 AT 14:55
    É importante destacar que, além das suas 145 aparições, 31 gols e 30 assistências, Di Maria demonstrou uma consistência extraordinária em competições de alto nível, o que, em termos estatísticos, é raro para um jogador de sua posição e longevidade. Além disso, sua capacidade de manter o desempenho em momentos decisivos - como na final da Copa América - reforça sua importância como um jogador de grande impacto em situações críticas.
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    Joaci Queiroz

    julho 27, 2024 AT 16:21
    Tudo isso é romantização. Ele não era um líder. Ele era um jogador que se encaixou bem em um time com Messi. Sem o Messi, ele não vence nada. A ideia de que ele salvou a final é pura ficção. A equipe venceu por coletivo, não por um herói solitário.
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    Mayla Dabus

    julho 27, 2024 AT 21:30
    se eu fosse o di maria, eu ia olhar pra trás e só lembrar dos dias que eu chorei no vestiário depois de perder
    e depois, quando ganhei, eu ia saber que valeu cada lágrima

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